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Gravar conteúdo de alta
definição da câmera digital em DVD
Fazer vídeos em alta definição com uma câmera Full HD é mesmo muito
divertido. Mas e na hora de gravá-los em um disco para assisti-los na
sua própria TV em vez da tela pequena do computador?
Pois é, pode ter certeza que muita gente só descobre no momento de
queimar a mídia que seu material de alta definição não cabe em um DVD
convencional, apenas em discos blu-ray. Isso porque um vídeo em formato
de high-definition (como AVCHD, por exemplo) tem muito mais dados do que
o mpeg-2, usado no conteúdo de DVDs, ocupando, evidentemente, muito mais
espaço em sua mídia.
Além disso, um DVD pode armazenar até 4,7 gigabytes de dados, ou 8,7 GB
no caso dos dual-layer. Já os discos de blu-ray guardam até 25 GB – ou
incríveis 50 GB nos de dupla camada.
Caso você não tenha um gravador de blu-ray (o que consideramos
relativamente provável), a solução é converter os arquivos HD gravados
pela filmadora para o padrão mpeg-2, para que caibam em um disco de DVD.
No entanto, deve-se estar ciente de que qualquer conversão para um
arquivo mais leve implica obrigatoriamente em uma perda de qualidade do
material.
Opções de software
Os programas Premiere Elements e Premiere Pro, ambos da Adobe, conseguem
fazer essa conversão de formato. Clique nos respectivos links para
baixar versões trial desses softwares.
No entanto, é possível que o fabricante da sua câmera tenha incluído
algum programa capaz de converter seus vídeos junto com a filmadora.
Vale a pena conferir.
A Sony, por exemplo, informa que fornece, junto com suas filmadoras Full
HD da série SR, um software que faz essa conversão – é o PMB (Picture
Motion Browser).
Como fazer
Antes de queimar o DVD, fique de olho na velocidade de gravação que vai
usar. Há mídias no mercado que chegam a 20x e, se seu gravador for
atual, é provável que você possa gravar nessa velocidade.
O problema é que alguns tocadores de DVD não conseguem ler um material
gravado em velocidades muito altas. Consulte o manual do aparelho (ou o
site do fabricante) para sanar essa dúvida e evitar problemas de
reprodução.
E não vacile com relação à região do DVD que você determinar na
gravação, para não cair em incompatibilidade com seu tocador. Usando o
programa DVD Shrink, por exemplo, você pode indicar a qual região irá
pertencer o seu material.
gravar conteúdos de alta
definição em DVD?
Fazer vídeos com a sua câmera FullHD é uma das suas maiores diversões, certo? Então aprenda a gravar em DVD!
Aquela sensação boa de ter produzido um material com uma ótima
qualidade é bastante confortável, não é? Só que na hora de gravar um
disco com o seu material apareceu aquele aviso “Espaço em disco
insuficiente”. É, aquele seu DVD não aguenta o formato de
alta-definição. A sua primeira ideia é comprar um gravador de Blu-ray,
mas o orçamento não anda lá muito favorável, não? Pois então se prepare
para gravar seu conteúdo HD em um DVD sem maiores complicações.
O que você pode fazer nessas horas é converter o seu arquivo para um
formato que caiba em um DVD convencional de 4,7 GB ou aquele de camada
dupla, com 8,7 GB. Mas nem tudo é perfeito. É importantíssimo lembrar
que as conversões deste tipo – que deixam o arquivo mais leve – provocam
uma perda de qualidade inevitável no seu material. Portanto, não fique
surpreso se a qualidade cair um pouco. Tudo tem um preço. Este é o que
se deve pagar para que o seu vídeo de alta definição caiba em uma mídia
DVD.
Por que isso acontece?
Os arquivos de alta definição são imensamente maiores do
que os mpeg-2 que são convencionalmente gravados em mídias ditas
“caseiras”. Uma situação análoga acontece quando tentamos gravar
arquivos maiores do que 700 MB em um CD comum. Assim, os vídeos em “high
definition” (alta definição), tendem a pesar mais de 4 GB, tomando por
completo o espaço disponível em discos de DVD comuns.
Contudo, se você possui um gravador de Blu-ray, tudo está resolvido
porque este tipo de disco suporta a gravação de 25 GB de dados em uma
mídia de camada simples e 50 GB em discos de camada dupla. É por isso
que se você não quer perder um décimo sequer da qualidade do seu
material, deve procurar alguém que tenha um gravador de Blu-ray para
alocar os seus vídeos. Você também pode buscar drives que leiam e
queimem essa nova mídia para comprar. Clique aqui para ver um
comparativo entre gravadores de discos.
Como fazer para converter estes arquivos?
O processo depende de softwares especializados em
conversão de vídeos. Entretanto, não é qualquer um que consegue fazer
este tipo de conversão. Considerando que você quer fazer
a gravação do material transferido diretamente da sua câmera, os
softwares de edição de vídeo são uma boa ideia. Além de você poder
converter o vídeo para um formato mais leve, já edita as partes que
serão utilizadas. Contudo, se você quiser gravar o material bruto,
apenas escolha um formato convencional e grave no DVD.
Alguns programas que podem ajudar bastante são os editores de vídeo da
Adobe, o Premiere Pro e o Premiere Elements. Mas se você procura uma
opção gratuita, o VirtualDub, Windows Movie Maker e o VideoSpin são
ótimas opções. Sem contar, é claro, o programa que deve ter vindo junto
com a sua câmera. Normalmente, é neste programa que os usuários mais
leigos irão encontrar melhores soluções por estes softwares oferecerem
interfaces altamente intuitivas e até mesmo assistentes de edição.

Para que você não se perca aqui está uma
pequena lista dos formatos que são compatíveis com DVDs:
* AVI
* MPEG-2
* WMV
* VOB
* E outros
Todo cuidado é pouco
Depois de ter transferido o vídeo da câmera para o
computador e tê-lo convertido, o momento mais crítico é o da gravação.
Isso porque os gravadores mais modernos tem velocidades de gravação
bastante altas e pode haver conflitos de região de DVD. As regiões de
disco são restrições de cada um deles a determinados países. Este tipo
de bloqueio faz com que DVDs distribuídos em uma determinada região não
sejam “contrabandeados” para outros países, e assim possam cumprir os
calendários das gravadoras e produtoras.
Dessa maneira, os leitores de DVD fabricados no Brasil poderão ler
somente os discos da região 4, que é a nacional. A região 0 ou também
conhecida por região
9, é aquela que não possui restrições, logo pode ser reproduzida em
qualquer aparelho. Agora que você já sabe disso, pode especificar a
região de gravação do seu DVD no seu software próprio para isso. Uma boa
sugestão que nunca sai de moda é o DVD Shrink. Neste programa é possível
fazer tudo que diz respeito à gravação de DVDs.
Também pode acontecer de um leitor não conseguir desempenhar sua função com discos gravados em alta velocidade. Portanto, fique atento para este detalhe. Estes gravadores mais novos costumam gravar em até 20x e como já foi dito, todo cuidado é pouco nesta hora. Então procure gravar seus DVDs em velocidades não muito elevadas para que possam ser lidos em qualquer dispositivo.
Fonte:baixaki
Dicas de gravação de vídeos com a sua câmera
Seja o diretor aprendendo como utilizar a câmera corretamente
Quando você está gravando algum filme feito em casa você deve saber
que a sua câmera e todos os recursos que você tem disponíveis para a
produção e a pós-produção (edição) não são nada se você não souber
utilizá-los.
E, nem sempre sabemos utilizá-los de forma adequada, tendo resultados
que denunciam a falta de profissionalismo.
Mas, isso tudo pode ser evitado. E aí vão algumas dicas para que você
deixe o seu filme o menos “caseiro” possível.

A primeira coisa que você deve fazer é se familiarizar com o que vai
utilizar ao gravar. Conhecer quais os recursos disponíveis na câmera por
exemplo. Grave bobagens, brinque com o foco e com os movimentos, para
que você fique “treinado” para a gravação real. Além disso, é importante
ensaiar como será feita a gravação das cenas, com os movimentos de
câmera etc.

Depois, é necessário regular a sua câmera para que você não tenha
problemas com o foco e com o equilíbrio das cores. Procure por uma
função na câmera chamada “White Balance” (balanceamento do branco).
Coloque uma folha ou um objeto branco que preencha toda a captação da
câmera e pressione o botão do White Balance. Faça isso cada vez que
mudar de ambiente.
O foco deve ser regulado caso você utilize o zoom na câmera. Procure
evitar sempre que puder a utilização do foco automático, pois ele não
funciona direito. Utilize o foco infinito: aproxime o zoom ao máximo
onde você pretende focar, regule o foco manualmente e afaste. Quando
você utilizar o zoom na pessoa ou objeto, a câmera não irá desfocar.

Se você já treinou e ensaiou com a sua câmera os movimentos que vai fazer, deve ter noção de que não deve tremer. Caso contrário, vai ficar muito desagradável para quem for assistir. Para isso, você pode utilizar um tripé ou colocar a câmera no ombro.

Evite gravar somente um plano durante todo o filme. Ou seja, não
deixe a câmera exatamente do mesmo jeito capturando a cena. Procure
movimentar a câmera para acompanhar a movimentação das personagens, por
exemplo. Quando tiver um diálogo entre duas personagens, faça com que a
câmera capture somente elas, ao invés de todo o cenário. Capture também
planos externos, para mostrar em que lugar se passa a sua “história”.
Tente não utilizar muito o zoom da câmera, pois ele é difícil de ser
controlado de maneira que fique sutil. Procure utilizar a movimentação
da câmera até o local. Caso queira utilizar zoom pois não há opção, crie
uma movimentação com a câmera enquanto o zoom acontece lentamente.
Se a câmera apresenta efeitos prontos e regulagens automáticas, não os utilize. Anote tudo e depois realize durante a edição do vídeo. Caso tenha entrada para microfones externos na câmera (o chamado boom), pode ser uma boa opção para a captação do som. Lembre-se de que pode ser necessário dublar e adicionar efeitos sonoros na edição, caso a captação seja ruim.

Agora que você já tem todas as cenas gravadas, você precisará enviar
tudo para o seu PC e editar para que seja colocado em seqüência.
baixaki
Disco
Blu-ray

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